quinta-feira, 22 de agosto de 2013

ESCAMBO(ESCAMBO!) - wikdicionário wikdicionario etimo

Cobra Urutu Cruzeiro
Sugiro a Deus,
se é que Ele continue a ser elencado
entre os seres,
- que reinvente, recreie-nos!, crie, recrie - o tempo,
modificando-o, inovando-o no ovo,

( ab ovo e - "abre ovo"! )...
- Sugiro!,  enquanto sujeito,
que o tempo não seja mais algo fixo,
porém um portal aonde possa passar o ser humano
- portal de entrada e saída
de um mundo que foi real
e continue sendo-o na senda,
na venda, no escambo(escambo!), 
no amor que arrepia...
ao bel prazer de cada um
que vá e venha em revisita
a um tempo antigo que retorne ao cotidiano,

que vá  a pé, agora e hoje,  ao pretérito
e do passado ao hoje e agora
seja um passo
ao paço,
porém não enquanto e apenas 
as penas de uma memória nostálgica,
mas íntegro, completo, 
com todo o seu cosmos,
plexo, nexo, sua complexão e compleição,
a qual fornecia corpo e alma,

espaço e tempo,
para todos aqueles seres humanos
abrigados na casa daquele tempo
em que o templo, agora em pó,
a consonar com a profecia,
estava em pé com pedra calcando-o
e ao pé  do tempo

e da escadaria que corria ao templo
feita criança efusiva.

Templo no tempo, então,  em retorno pleno,
na categoria substância,
que sustem a tese de Aristóteles.
Templo no qual se ouvia recitar 
( e se pode ou poderá ouvir 
a qualquer instante)
o arcanjo e o serafim
em preces sem fim
- com récitas para três violinistas azuis-miosótis
e dois violinistas verdes-rãs,
com face no anfíbio,
no sátiro, no fauno...

 
Sugiro à divindade 

que eu possa visitar,
revisitar,
o tempo em que meu filho e minha filha
cabiam no espaço emoldurado 

das teias de teses que a aranha esqueceu de arranhar,
- teses, em tese!, de susbstância temporal
que os vestiam com tez de crianças
e eu com um capote de pai inexperiente,

pele incipiente...

Faço esta sugestão,

que é uma eufêmia,
ao Ancião dos Dias :
que eu possa retomar o caminho
( ou ir ao sapato!)
da casa paterna e materna
como quando eu era criança
e podia conviver com meu pai e minha mãe
naqueles tempos de antanho
com fogueira de São João a queimar
e estanho a espocar seu grito de lata
( o grito do estanho no quadro 'O Grito"
- de um Munch boquiaberto
entre a corrosão da ponte
e outras ligas metálicas
que não possuem o metal cassiterita,
de onde vem o óxido originário do estanho).

Liga metálica e não-metálica
de estanho com estranho!,
sugiro ao senhor Deus dos homens justos,
dos homens de bem,
dos virtuosos arrolados em Ética a Nicômaco,
da lavra do filósofo estagirita,
( quão presunçoso sou e solução na solução!
- que tudo apaga com rasto d'água)
que o tempo soprado no oboé da bolha
- como melodia da infância,
insuflada pela oboísta-criança,
crie, recrie, recreie com o universo-tempo
aonde possamos trafegar,
trafalgar, quiçá,
antes que o demônio no homem
tome pé sobre as cristas das ervas escarlates
derreadas no sangue derramado inutilmente
pelo punho-punhal em serviço nas aras,
porque ruim o ser humano é
e tão nocivo
que o santo
é sua pior forma de perversidade
-  hedionda!
( Hediondas suas ondas senoidais!
O que não é de onda!...
mas de loca
onde se esconde a louca moréia,
sob arrecifes, restingas:
escolhos que não  escolho
olho no olho,
dente no dente...dentina!).

Sujo sugiro ao deus dos totens e tabus,
dos caititus, das urutus , dos urubus,
porém não do que o arcabuz
busca
no rastilho da pólvora
- em polvorosa!
( Goza e glosa
a morte de um grande diabo
que está no mundo
e é o mundo no giramundo
e no redemoinho que enreda
o vento moenda na moenda
- dos glosadores!);
sugiro  no giro do redemoinho
d'água e vento,
ao deus do redemoinho,
ao velo velho do vento em espiral...
- a estes com dez denários, enfim,
sugiro, por mim e para fim,  esta hipótese :
que o que nos enfileira em leva de prisioneiros do mal
é o grande diabo que mata
quando nos esgueiramos sorrateiros na mata
ou nos protegemos ( e aos genes!)
sob a casamata com paliçada :
ele, o grande diabo,
dá-nos, aos dentes viperinos,
uma dose do mal
que nos envenena
e leva o próximo a morte tóxica :
hemotóxica, neurotóxica.


O estado de direito
ou sem direito : de fato, 
é o grande demônio
devorador de homens.
Não, Rousseau, o homem não é
de todo mal,
mas quando em   instituição
ou na forma coletiva,
ou seja : em sociedade corruptora, 
o estado é um diabo fora de controle,
que domina e embriaga seus pretensos controladores,
seus políticos e seus pensantes cientistas geopolíticos:
é a polícia que massacra indefesos,
enquanto corporação(corporação!)
ou corpo de monstro sanguinário,
o juiz que age pelo algoz,
o direito que aniquila as mentes
com seus embustes doutrinários
e seu doutos escravos e mendazes,
pois tudo o que é oficial é mendaz :
mente descaradamente tal qual, ou mais,
que a mais mendaz das marafonas.

O mundo é o grande diabo preto e branco
- em preto e branco crucificado no xadrez,
n'álma das crucíferas
cruzeiras no céu noctívago
e na cabeça da urutu
rastejante qual arroio de rocio 

marcadas por patas de rocim com veneno
- e cruzeiro benzido na testa
( essas urutus cruzeiras!
com o sinal da santa cruz
na terra da Vera Cruz))
sob as ervas daninhas
aninhadas na terra chã,
ao rés do chão,
por escabelo dos pés...
de Nossa Senhora,
a Virgem Imaculada
que pisa a cabeça da cobra
no céu radiante

Entre nós, a nos separar,
não a nos atar nuns anuns,
no meio do caminho do "pinhéu" onomatopaico do gavião,
a alguns passos dos sapatos,
a urutu nos guarda do nosso amor. 

Bothrops alternus no Rio Grande do Sul, no Brasil.
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terça-feira, 9 de julho de 2013

MUNDO(MUNDO!) - verbete wikcionario etimo

Tenho saudade mesmo
é do tempo em que meu filho
era pequenino!
Ele era todo o amor deste mundo,
neste mundo!

Então eu era bem pobre
- e muito feliz!
brincando com ele,
presenteando-o
e bebericando minha cerveja
com saúde cheia,
toda lua amarela
tomando, bebendo todo o céu!,
enrodilhado na fumaça do cigarro,
espiral a desenhar o vento
e desdenhar as doenças graves
que furarão o futuro
com flor branca.

Saudade de quando minha filha
era aquela menina
que cobria a face com uma frauda alva
e caminhava comigo pela manhã,
mãos dadas,
com o maior carinho!
Ali todo o amor do mundo!,
enovelado, qual um cão inesquecível
num soneto do poeta Mário Quintana
para o livro intitulado " A Rua dos  Cata-Ventos".

Era, então,  o sol matutino
tão solícito
( sob a umbela de um sol lícito
vivia sem guardar-me da chuva...)
e eu e minha esposa
morávamos ( vamos morar na Morávia, agora?!)
- morávamos bem
com a irmã pobreza de São Francisco de Assis
por companhia ( de Jesus!)
( Ah! O Bom Jesus!( Antônio Conselheiro,
na voz do povo brasileiro!
- canonizado!, ó Papa Francisco!)),
habitávamos a casa
com o pobrezinho de Assis,
sendo eu "pobre feito Jó!"
na exclamação corriqueira de minha mãe,
que também me trazia
o leite e o mel da felicidade
de poder conviver com ela
sem o mal de Alzheimer que a acomete hoje
e a separa de mim com a espada
a lhe cindir a alma
à mão do Querubim guardião do Jardim do Éden!...

Era eu tão pobre de Assis
que não tinha casa,
não tinha nada,
mas tinha minha menina
e meu menino
que eram minha maior fortuna,
- fortuna que perdi
quando eles cresceram,
crestados ao sol do deserto...
( Mas eles ainda  são minha maior fortuna!,
conquanto não caibam mais nos sapatos,
nas bonecas, bonecos, carrinhos...
e me deram em grande parte ao olvido
o que é normal
embora eu ainda seja um pai
cada vez com filhos maiores
- o que quer dizer e di-lo:
cada vez mais
sem filhos para amar
- e me amar
com aquele amor pequenino
que só cabe no coração
de São Francisco de Assis,
irmão da divina Pobreza!).

Hoje o quinhão da pobreza
mitigou na mesma proporção
do quinhão de felicidade
e das batalhas ferozes
- do casamento!
( O matrimônio é a primeira guerra mundial
perpetrada pelo demônio feminino
e masculino (Íncubos e Súcubos!)
dirigida ao seu foro íntimo,
sendo este último ( o foro íntimo!)
a primeira guerra mundial
no Front individual).

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domingo, 7 de julho de 2013

ESTOL(ESTOL!) - verbete wikcionario etimo

O amor é trágico
porque quanto mais se ama
maiores as probabilidades de se perder
o ente amado,
os seres amados.
Maior a probabilidade e mais iminente
a sensação de perda :
eminência na iminência
ameaça  a paixão do amor
criada pelos poetas-cavaleiros provençais

( o dito gaio,  gai saber,
gaia sabedoria,
álacre saber,
na visão do filósofo e filólogo Niezstche
que postulou este olhar
e o apresentou ao mundo,
que antes deste olhar titânico,
era universo incompleto em saber
pela falta que faz
um olhar inovador,
um olho-ciclope...
Quão gaia pode ser a sapiência!).

A paixão, "pathos" trágico,
na filosofia do poeta-filósofo trágico,
aos trapos não-trapistas dos monges trapistas,
contida na vida...
- um círculo tão pequeno, a vida,
restrito ao âmbito da mariposa,
cupim fugidio
do dia (em corredeira de diodo!)
e da noite esguia
fria no mote da morte
ms que quando sondasse a farmácia
poderia dopar o tempo
com cristal de eternidade
ou com eterno retorno
- eterno feminino
na curva do anel dos Nibelungos...
( Nós, corpos etéreos, em mito;
em nozes :corpos de baile
nas sagas nórdicas.
...- Sou insulado em ser
na carapaça da casca de noz,
na castanha, amêndoa, fruto...).
 
'Stamos em plena guerra,
renhidas batalhas, feéricas fragatas...
efemérides com três tragédias
nas borboletas diletas
e uma peça satírica ( comédia supina?!)
à moda do teatro grego
que canta, chora e ri do bode
no drama cantado pelo poeta trágico
que celebra os místérios 
do caprídeo, evocativo do deus Pã, 
do Sátiro, Fauno...
dos seres naturais 
em coro na tragédia
que canta o mote da morte inelutável
e ri o riso da sátira,
evocando a libido(libido!).

Em plena guerra!
Vírus me vira,
virão com o vibrião colérico,
verão do microcosmos em microscopia no olhar aparelhado
que tudo vê corpuscularmente...
Cometa...cometa no céu
- um crime
premedita contra a vida
de qualquer encouraçado,
escaravelho, macróbio,
no cosmos, no macrocosmos...
( cometa, se leste, crina celeste
de este a oeste
este olho veste
na peste
negra de noite).
Ademais há hopis em hostes
que me são hostis...;
enfim,
o mote da morte
em bote, enrodilhado no serpentário,
lança esguicho negro
na alma da vida.
Treva envenenada...:Trevo.
Mas a vida é maior que a morte,
vez que a morte
é apenas a pena
de uma mancha de anum,
no anuro da vida,
posto que nada
nem todas as penas
podem apagar a luz
que é o  amor na alma
- sol que se ilumina no ato de amar
até abrir as águas do mar 
vermelho
no coração cálido!
- Cálice! que recebe
o sangue de Cristo
para a vida eterna
- que é o amor eterno
ainda em cada veto do neto!,
bisneto, tataraneto, abeto ("Abies alba")...:
A vida vegeta nesta benção de "Abies alba",
benção-tensão que enuncia
o branco-palidez assustador 
na crista do galo branco
sem gota de sangue sacrificado
 na tragédia enunciada
na profecia sanguínea 
escrita com sangue
na crista rubra do galo
que sangra o anjo do povo gálico
com sangria na travessia do trágico
poeta que crucifica o povo
nas crucíferas em signos
que plantam livros sacrossantos
a verde ver daltônicos versos
vertidos no ar dos escafrandros
com homens-rãs mortos
nos meandros dos labirintos.
 
Todavia tudo começa com ela
a rainha que abre a janela
com o seu voo de mariposa
no piloto da chuva
- e faz santo o Papa João XXIII
e canoniza o Papa João Paulo II...
"Abies alba..."
da terra até aos céus alçados
em coníferas
- esses prelados, 
presbíteros...
ajustados nos trajes trágicos da santidade, 
gesta teórica-jurídica-canônica
para engarçar-se, esgarçar-se com a sarça
ardente-contida na alva em barra
e flor dormindo em laranjeira
com frontão de marimbondos 
em preto e branco trajados,
cândidos presbíteros himenópteros!

( "Animalia", por que, português, neste reino "animalia",
em que estou em estol(estol!)
no extradorso da asa do avião,
não coube o homem?!
- os demais que não eu
que me classifico?!:
- Porque o homem está na República Democrática do Congo?!...) 

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ANIMALIA(ANIMALIA!) - wikdicionário wikdicionario etimo

O amor é trágico
porque quanto mais se ama
maiores as probabilidades de se perder
o ente amado,
os seres amados.
Maior a probabilidade e mais iminente
a sensação de perda :
eminência na iminência
ameaça  a paixão do amor
criada pelos poetas-cavaleiros provençais
( o dito gaio,  gai saber,
gaia sabedoria,
álacre saber,
na visão do filósofo e filólogo Niezstche
que postulou este olhar
e o apresentou ao mundo,
que antes deste olhar titânico,
era universo incompleto em saber
pela falta que faz
um olhar inovador,
um olho-ciclope...
Quão gaia pode ser a sapiência!).

A paixão, "pathos" trágico,
na filosofia do poeta-filósofo trágico,
aos trapos não-trapistas dos monges trapistas,
contida na vida...
- um círculo tão pequeno, a vida,
restrito ao âmbito da mariposa,
cupim fugidio
do dia (em corredeira de diodo!)
e da noite esguia
fria no mote da morte
ms que quando sondasse a farmácia
poderia dopar o tempo
com cristal de eternidade
ou com eterno retorno
- eterno feminino
na curva do anel dos Nibelungos...
( Nós, corpos etéreos, em mito;
em nozes :corpos de baile
nas sagas nórdicas.
...- Sou insulado em ser
na carapaça da casca de noz,
na castanha, amêndoa, fruto...).
 
'Stamos em plena guerra,
renhidas batalhas, feéricas fragatas...
efemérides com três tragédias
nas borboletas diletas
e uma peça satírica ( comédia supina?!)
à moda do teatro grego
que canta, chora e ri do bode
no drama cantado pelo poeta trágico
que celebra os místérios 
do caprídeo, evocativo do deus Pã, 
do Sátiro, Fauno...
dos seres naturais 
em coro na tragédia
que canta o mote da morte inelutável
e ri o riso da sátira,
evocando a libido(libido!).

Em plena guerra!
Vírus me vira,
virão com o vibrião colérico,
verão do microcosmos em microscopia no olhar aparelhado
que tudo vê corpuscularmente...
Cometa...cometa no céu
- um crime
premedita contra a vida
de qualquer encouraçado,
escaravelho, macróbio,
no cosmos, no macrocosmos...
( cometa, se leste, crina celeste
de este a oeste
este olho veste
na peste
negra de noite).
Ademais há hopis em hostes
que me são hostis...;
enfim,
o mote da morte
em bote, enrodilhado no serpentário,
lança esguicho negro
na alma da vida.
Treva envenenada...:Trevo.
Mas a vida é maior que a morte,
vez que a morte
é apenas a pena
de uma mancha de anum,
no anuro da vida,
posto que nada
nem todas as penas
podem apagar a luz
que é o  amor na alma
- sol que se ilumina no ato de amar
até abrir as águas do mar 
vermelho
no coração cálido!
- Cálice! que recebe
o sangue de Cristo
para a vida eterna
- que é o amor eterno
ainda em cada veto do neto!,
bisneto, tataraneto, abeto ("Abies alba")...:
A vida vegeta nesta benção de "Abies alba".
( A tragédia enunciada
na crista rubra do galo
sangra o anjo do povo gálico
na travessia do trágico
poeta que crucifica o povo
nas crucíferas em signos
que plantam livros sacrossantos
a verde ver daltônicos versos
vertidos no ar dos escafrandros).
 
Todavia tudo começa com ela
a rainha que abre a janela
com o seu voo de mariposa
no piloto da chuva
- e faz santo o Papa João XXIII
e canoniza o Papa João Paulo II...
"Abies alba..."
da terra até aos céus alçados
em coníferas(coníferas!)
- esses prelados, 
presbíteros(presbíteros!)...
ajustados nos trajes trágicos da santidade, 
gesta teórica-jurídica-canônica
para engarçar-se, esgarçar-se com a sarça
contida na alva em barra
e flor dormindo em laranjeira
com frontão de marimbondos 
em preto e branco trajados,
cândidos presbíteros himenópteros!

( "Animalia", por que, português, neste reino "animalia",
em que estou em estol
no extradorso da asa do avião,
não coube o homem?!
- os demais que não eu
que me classifico?!:
- Porque o homem está na República Democrática do Congo?!...)

sexta-feira, 21 de junho de 2013

DECLINAR(DECLINAR!) - verbete wikcionário etimo

A filosofia é um ensimesmamento; filosofar é ensimesmar. Não há outro caminho que leve à filosofia. Ela não é literatura, apenas é expressa pela literatura, usa a literatura para pensar-se ou pensar o pensamento. A filosofia pensa o pensamento, não  o estuda, pois que o estuda é a ciência, que se debruça sobre o fato, o objeto, o fenômeno. A filosofia pensa a fenomenologia, não a estuda; quem a estuda já vai nomeada : a fenomenologia enquanto ciência, algo qual se delimita um objeto.
A religião e a ciência, ao contrário, é literatura, está na literatura que a exprime ao mesmo tempo em que se expressa pela literatura. Não pensam, buscam fatos, e nos fatos, fenômenos; desenham um objeto e seu  inclinar sobre o objeto , como se este fosse um deus em adoração, pois é seu culto, também chamado estudo, forma de adoração em rito com métodos ou danças, cantos, dramatizações. A ciência e a religião é um inclinar; a filosofia, declinar(declinar!).
A ciência e a religião, pela literatura, narra e estuda os fatos, mas não estuda os atos mentais ou pensamentos que o originam, pois isso é função filosófica. Os atos mentais da ciência, no cientista, sai ao encontro dos fatos: descreve-os, pensa-os enquanto objetos. A filosofia se afasta dos fatos e vai aos atos mentais de onde observa os fenômenos mentais do pensamentos, não enquanto objetos, mas enquanto atos  produzidos pela  mente humana. Ao mesmo tempo em que observa a relação, toda a rede de relações dos atos mentais com os fatos externos e internos que ocorre com a interação pensamentos (atos mentais) e fatos externos, enquanto atos e objetos do conhecimento científico, prático-teórico.
Os atos mentais livres do conhecimento e da crença no conhecimento ou na divindade, no direito ou no que quer que seja posto para fanáticos cegos,  e a interação pensamento-mundo fazem a filosofia; os atos mentais em mitos, crendices, superstições, ritos, dão forma à religião; os atos mentais voltados ao fenômeno enquanto objeto substante,  dão lugar à  ciência.
Logo, filosofia não é literatura : está na literatura, assim como se espraia na linguagem matemática, que não é literatura, porque não é língua, mas apenas linguagem, forma de expressão mais vasta com economia de significados, riqueza de sentidos, ao contrário da língua escrita e falada pelos eruditos e pelo vulgo; religião é canto ( em contexto, cantochão), ou seja, literatura pura, poesia magna; ciência é prosa, romance, obra literária dissertativa. A forma de expressão matemática, em sua linguagem, é uma linguagem para a orientar a dança e a música, mas não o cérebro; não obstante, ela orienta o cérebro com sua gramática para movimentos externos e não internos. As linguagens para movimentos internos estão na literatura , pois não são linguagens que orientam, não  fazem os exercícios no cérebro, mas pela inteligência.
A filosofia é a inteligência da inteligência.
 ciencia língua magna poesia inteligencia filosofia linguagens cérebros exercicios expressão literatura eruditos orientar música dissertativa prosa romance matematica cantochão contexto religião vulgo interação fenomemno substante superstião crendice delimita objeto inclinar função ensimesmamento ensimesmar orienta dicionário dicionario onomastico filosofico etimologico enciclopedico cientifico termininologia cientifica nomenclatura binomial wikcionário wikcionario wikdicionário wikdicionario léxico lexico enciclopédia enciclopedia verbete glossário glossario etimologia etimo biografia vida obra pinacoteca

terça-feira, 18 de junho de 2013

LASTRO(LASTRO!) - verbete wikcionario etimo

Não existe a verdade, senão como verdade de cada tempo, cultura e civilização. Esta verdade tem duas vertentes : a individual, dos gênios e sábios e a social o coletiva das pessoas vulgares do dos governos, que é uma derivação daquela.
Não há verdade absoluta, nem tampouco tão-somente relativa, porque o absoluto não se encerra ou termina no relativo e vice-versa : a tensão é maior, porquanto não envolve somente uma tensão, mas zilhões delas encadeadas no universo mental e natural. Aliás, o universo pensa em ação musical  tanto quanto o homem pensante pensa sem ação muscular. O cosmos, sabem-no os poetas, é um pensar (dançar) das musas trágicas, cômicas e líricas, viradas para o desenho ( escrever, esculpir, colorir) e para a dança, que é a mesma arte de desenho, só que com todo o corpo físico, ao invés de ser, com a anterior, com o lastro(lastro!) espiritual ou mental, co envolvimento menor do corpo: isso no sentido didático e conceptual, pois na realidade o corpo  físico, químico, elétrico e eletromagnético é sempre todo envolvido nos atos dos viventes.
A verdade não é  coisa-em-si, não há verdade-em-si; a verdade-em-si ou a coisa-em-si é algo inexistente, fora do universo, abrigado tão-somente na mente humana que representa o mundo de Shopenhauer ou Kant, mas não a verdade, mesmo porque a coisa ou a verdade não pode estar em  si, existir em si, mas somente no mundo, pois está no mundo e, portanto,  não é um ser construído pela mente : não  um construto mental.
Por outro lado, o conhecimento exclusivamente humano da coisa-em-si, ou seja, da coisa  incognoscível, que o filósofo Kant percebeu que não podemos conhecer ( com os sentidos), mas apenas conceber( com a razão) é o conhecimento mais profundo e fundamental do ser humano enquanto entidade filosófica : é a verdade presa nas malhas das linguagens  que a limita e a consciência de um conhecimento e desconhecimento refinada, maximamente sofisticada, que aborda os princípios e o fim do conhecimento e o delimita. Os cientistas não estão cônscios disso porque vão colher fatos e não estudam a razão em seus atos e sua fenomenologia.
Meros coletores de fatos, os cientistas e inúmeros filósofos não logram conceber algo tão complexo e, por isso, movido por despeito, apelam para  impropérios, como o fez Nietzsche, cospem no que não podem  conceber e confundem conceber com conhecer. Os fatos e ficções da ciência, quando envolve a biologia e outras ciências que não apresentam os fatos a olho nu já foram rigorosamente e com competência magna, além de toda uma polifonia esplendorosa por escritores, romancistas, artistas, poetas como Dostoievski, Goethe e filósofos da envergadura de Nietzsche, que está, muitas vezes, mais próximo da ciência do que da filosofia, conquanto, indubitavelmente, seja um filósofo e um erudito e não propriamente um cientista : muito livre para ser um cientista :  é um criador de valores, não um mero guardião da axiologia. As mitocôndrias não diferem da Aglaia de Dostoievski, da Anna Karenina de Liev Tolstoi, nem os cromossomos da arte dos impressionistas, os ribossomos do Fausto do Goethe, etc.

Não existe estudo sem o homem, portanto, não haveria verdade ou conhecimento da verdade, que é próprio do homem. Contudo, esse conhecimento da verdade não é a verdade, pois a verdade é contextualizada. Ás vezes, até perigosamente. Serve à ditaduras e coisas piores e outras formas que toma a geometria do horror, sempre fundada na vaidade.
A coisa ou o ser, se separarmos assim as concepções, existem no universo, que é um conglomerado de coisas e seres reais, naturais ou apenas seres ( essência) mental, com fictícia realidade arraigada  na mente, graças à imaginação e enquanto conceito humano que pressupõe filosoficamente existência e essência como concepções distintas : o ser sendo um estado mental e a existência um estado natural.
O universo e o conhecimento não se misturam, bem como os fatos e os atos, porquanto o conhecimento é um  conjunto de atos da razão e da a sensibilidade...da inteligência, enfim!, que se transmutam de atos em fatos humanos. Artefatos, por exemplo, e a própria ação de conhecer é ato humano transformado em fato cultural. Existem, evidentemente, os fatos e atos  naturais, que tudo estribam, os quais apenas observamos e às vezes intervimos quando podemos tecnicamente. Tais fatos e atos naturais  apontam o ser e natureza, no túnel do tempo presente no labirinto do olhar ou do não-olhar : nem sempre presenciamos a presença do ser na Terra, muitos menos em todo o cosmos, mesmo estribam razão enquanto humanidade e não penas indivíduos.
 Todavia, nada existe ou é em si; não há ser em si, nem coisa em si, mas ser em mente ou na realidade mesclada à idealidade  percebida  no mundo, cujo manifestação perceptível se dá no fenômeno : uma epifania,  da qual muitos fazem uma ufania. Coisas existem sobrepostas em coisas, seres e seres e na miscelânea que os sentidos fazem delas ou nelas: também na arte de desenhar ( escrever, pintar, esculpir estátuas, signos, símbolos, imagens) e dançar ( esculpir, escrever poesia no ar). Dançar, outrossim, é música das Musas severas e dos músculos que embalam a bailarina que Degas pintou, desenhou...
miscelanea sobrepostas mesclada idealidade epifania ufania esculpir musas degas bailarina estatuas signos simbolos musica musculos embalam manifestação poesia  terra individuos humanidade realidade labirinto cosmos  tunel estribam  transmutram  poesia daça bailarina degas pintou musculos musica signos simblos estaruas manisfestação esculpir idealidade epifnaia ufania severas mesclada miscelanea labirinto humanidade individuo teunel artefatos artefactos transmutam estribam razao concepções penas cosmos ribossomos cromossomos mitocondrias polifonia impropérios cônscios vertentes cultura civilização sofisticada refinada fenomeno fenomenologia
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sábado, 1 de junho de 2013

JEZABEL(JEZABEL!) - glossario wikdicionario etimo

O  poeta é um ser idealizado
porque lido em versos
em primeiros e segundos cantos
em um conjunto de signos
que falsificam o homem
e o faz bondoso e generoso
magnânimo e liberal
infenso à maldade humana
que crassa feito peste bubônica
na estupidez que toma tudo de assalto :
a estultícia é o império romano...
- não mais romano!
( O poeta e outras personagens sociais
são alienações do pensamento humano
e não o ser humano integral,
mas parte do ser
representado nas pessoas
do discurso e do teatro.
Pessoas são personagens,
atores, hipócritas
- no sentido em que representam
o que não são.
Fingidores, os poetas trágicos,
líricos ou comediógrafos).

Olegário Mariano foi poeta
e sua alma posta em poesia
preencheu minha ânsia por cantos maviosos
originários da alma humana
uma flor de lótus em meio à lama,
ao bioma...
porém o mesmo Olegário Mariano
foi político e como tal
deve ter perpetrado muito bem
e muito mal
na conformidade de suas forças
e interesses passageiros.

Ora! O poeta não existe,
é tão-somente um ser com pena
à mão de escriba hipócrita,
pena dos outros
e pena de morte,
que é a vida contempla
a pena de morte
menos para o cristão,
ao qual "Spe Salvi",
pois vive na economia da salvação,
não na economia política do mercado.

Ocorre o mesmo com o amor
que montamos na paixão sem brida :
não amo as crianças em geral,
nem individualmente;
todavia, no que tange
à criança que traz o meu sangue
de vampiro em crise
- por esse infante mato e morro,
doo o voo do vampiro e ele,
dou-lhe, doto-lhe de todas as asas
que flutua no imaginário,
pois meu neto
é o menino que tenho
para seguir com meu corpo
vida fora
e eu o amo intensamente.
Ele é meu pequeno  príncipe de Saint-Exupery.
( Saint-Exupery é um poeta:
um poeta é um filósofo menor,
mas um sábio maior
pois sua filosofia é vida:
pensamento vegetal
ou pensamento nas folhas e no caule,
arraigada no solo para oboé
que toca amor
com mãos pudicas e cândidas de pianistas
e banhada pelo arroio da seiva).

Assim também sucede
com a mulher amada,
ainda que seja
aquela mulher, Jezabel!...
Jezabel, Jezabel...
há uma relação constelar
até nos ossos das costelas
de um homem e uma mulher
que se amam
feromônio a feromônio,
se unem osso a osso,
pois ela é osso dos meus ossos
a consonar com o que diz o Tanakh(Tanakh!).


(Excerto do opúsculo "Ensaios Poéticos no Quadrado do Xadrez para Enxadrista"
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segunda-feira, 27 de maio de 2013

COMUNISMO(COMUNISMO!) - verbete verbete

A filosofia oferta variegados caminhos :
a filosofia-práxis de Marx,
sociólogo e economista com perspectiva filosofante
que inicia nos caminhos nada variegados do gado :
a filosofia do rebanho humano
que vai do socialismo ao comunismo(comunismo!),
desce ao cristianismo,
que já não é filosofar
mas algo com a alga que nasce do povo grosseiro,
a massa ignara e bruta.
Outrossim, dá em oferenda
a filosofia requintada de Nietzsche
que envereda por um caminho
de solidão intimista :
a salvação pela arte.
Um ordálio, um ordálio!
A filosofia de Nietzsche
é um pathos da tragédia
e um pacto entre a arte trágica e cômica :
a poesia dos vitais mestres gregos
no canto trágico
e no riso refinado de Aristófanes
que ri das nuvens
- dos homens,
esses aduladores de Dionísios tiranos
- e do deus Dioniso,
ascendente de Baco
e dos filósofos.

E Há outros caminhos a trilhar
em filosofias de filósofos
as quais levam à ciência :
filosofia de Kant, Hegel, Shopenhauer...

A ciência, inobstante, só tem um caminho:
o caminho provado
- até onde vai a prova
ser destronada por outra prova
que desova na tartaruga....
mar sem água,
amar sem mulher,
filho, filha ou neto.

O que eu queria com fervor
era morar com meu neto
e com a mulher que amo!
Com meu filho e filha
já vivo em casa,
mas a esposa perdeu-se
em meio a uma noite de betume,
no cume da tempestade!
- e a mulher que amo,
Cássia,
nem é caça,
pois reclina a cabeça linda
sob a casa de seu marido.

Eu só posso clamar ao vento
que derribe
a Cassia que é a acácia
na borrasca que assanha cabelos
e me dá uma sanha de matar
- mil abelhas-rainhas jataís!
O que não farei
pelo tanto que amo a abelha jataí :
sua paz
e seu mel
que é a boca de Cássia
não provada por mim
- ainda, Aída!

Preciso achar Cássia
na mesma noite em que sua imagem
foi de encontro às sombras da noite
que desmancham figuras,
desmantelam amor...
- antes que a noite
acabe com ela!

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sábado, 18 de maio de 2013

SOBREPELIZ(SOBREPELIZ!) - etimologia etimo verbete





Quero demudar-me perto do marimbondo
estabelecer-me-ei ali
em sua circunvizinhança
como num casamento feliz
- numa casamata... : Em Terezín,
República Tcheca...

Ei! Hei de ser feliz!,
terrificante terrier!
Tal e qual a poesia
Do trovador provençal 
de gaio saber,
gai saber...:
- vai saber!...que gai saber é!
(Ah! há o gaio-comum
("Garrulus glandarius"),
ave da família "corvidae").

Hei-de viver nas adjacências
à morada do marimbondo
enamorado do xadrez
que o veste em avatar
De oblongo abdomên
tocado a gongo
jongo canto
sempre encanto
de vime que vem no vento
como odre com olor de vide.
Adjacente à sua casa
ou à caixa-de-marimbondo
- assim aspiro ser e assistir ao levante do ser!
em nome da dama inacessível
bela na gaia ciência,
na ciência do poeta.

Ei! Hei-de ser meio e fim
para a felicidade minha e alheia!
Ei! Hei-de ser feliz,
flor-de-lis!,
lótus sobranceira
sobre lodos
e lobos,
lóbulos frontais,
temporais...:
Gira sol!, gira!...:
Girassol!( "Helianthus annuus"),
gladíolo,
"Gladiolus sp",
"Gladiolus palustri", brevifolius...
Gladiador! 
- Gladiador a digladiar,
gládio em riste no coliseu... 
(Vaia a ciência!).

Haverei de montar uma tenda
um tabernáculo
para lá viver
no ritmo que me ordena Alá
Enquanto hóspede de olhos em vespeiro
a ordenhar a vaca pintalgada
a mocha a malhada a preta a branca nelore
no cocho
no pasto
no vasto
antepasto
do desfastio!,
sem portar mosquete
ser mosqueteiro
mosquiteiro ter
espadachim chim sim ser
ou não ser
nem fazer a questão
com o arcabuz(arcabuz!)
ao omoplata,
o capuz...
Num burel metido a doido
- doudo homem feliz
por uma perdiz
perdida
- perdido homem
vou perdidamente apaixonado!
pelo caminhar,
pela folha verde
toda em liras
- numa lírica eremita peregrina
de um poeta doudo!
que habita casa louca
meia-telha e meia-lua,
meio São Francisco de Assis,
outra metade no filósofo cínico...

Ei! Hei-de ser feliz
como sempre quis
entre os miosótis
e os xis com pis radianos
e bis
- Biscaia!,
praia e golfo de Biscaia...,
mar de Cortez
- e ai! tantos Tântalos!
a cavaleiro negro de Thanatus...
à sombra de Thanatus
- noite-madrugada fora
em foro íntimo
inclinada ângulos, graus,minutos
em zona sombria
com ponto de orvalho madrigal
e arroio ao arrozal banhado
num arrazoado rumorejante,
aonde se ouve Lacan
rumorejar a psicanálise
do gaio saber
na álacre dançarina
que é a poesia em trovas
discursando o curso da brisa,
das monções...

Ei! Eu que sou feliz
aquinhoado com todo bem d'alma
a consonar com a Nicomaquéia
ou com o riso escarninho  da Menipéia
tenho comigo que a noite é grande,
longa  demais para mim
sem ou com sua sobrepeliz(sobrepeliz!)
com tecitura de fios de estrelas
ou metal  para chafariz
em trama pelo tear urdida
em resenha de metáforas!

Eia! avante!, amazona, unicórnio, centauro...!...
( Mas... -  e se Deus!
renunciar antes da luz dilucular...?!...).

Se se der de Deus renunciar
não me importa se sim ou se não
o quero é acabar meus últimos dias
( e que sejam muitos com saúde e saúva!,
sem humanos cães em céu suspenso
em terra farejando. Sabujos!) 
- findar e recomeçar meus dias e noites
junto ao mar
solidário somente com a solidão
e a solitude vasta
a vinte mil léguas eremitas e náuticas
de qualquer ermitão!
- com ninguém ( nem eu!) de capitão!

Na bagagem: 
uma caixa-de-marimbondos do cerrado!
(Este a este e oeste
bombordo, estibordo,
é todo o meu povo
- todo o meu amor!). 
 ( Excerto do livro : "Solidão sem Capitão com Brigue à Bolina com A Extensão da Solitude Cobrindo a Distância de Vinte Mil Léguas Eremitas de qualquer Ermitão").

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